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Sábado, 31 de Maio de 2008

Quem sabe, um dia...

 

- Boa tarde, temos hoje connosco o Rancho Folclórico das Administrativas do Algueirão. Dona Ivana, como surgiu este rancho?

- Boa tarde. Bom, isto surgiu a partir de um grupo que já existia antes, que era o Rancho das Mondadeiras do Algueirão. Mas como ninguém sabia o que era uma mondadeira, resolvemos fazer alguma pesquisa etnográfica sobre os usos e costumes típicos da nossa terra, incluindo algumas profissões de antigamente.

- E portanto, escolheram as admnistrativas.

- Sim, já não há muitas a desempenhar essa profissão, e acho que é algo que devemos às próximas gerações, transmitir a memória das profissões tradicionais.

- Vejo que também pesquisaram o guarda-roupa.

- Sim, como vê, temos a camisa com chumaços, as calças de cintura descaída ou as bermudas, os sapatos de ponta afilada, enfim, os trajes típicos da época.

- Muito bem, vamos então ver a vossa actuação, que trazem para nos apresentar?

- Vamos começar com uma dança menos conhecida, o Tirirarara Satardei nai, e depois alguns clássicos, como a Barcarena, ou o É o lixo é o lixo.

- Muito obrigado, para a semana teremos o Rancho Folclórico dos Escriturários de 2ª, de Massamá Norte.
a modos que:
sonidos: Whigfield
publicado por Miguel O às 11:07
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Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

Coisas que me fariam milionário se eu fosse americano - o IéparaquemPOD

 

Pensem no tamanho dos seguintes aparelhos:

 

  • Câmara de vídeo
  • Máquina fotográfica
  • Consola de jogos
  • Leitor de MP3
  • Máquina de calcular
  • GPS

Há uma data de gente que nos quer convencer que estas coisas todas cabem num gingarelho do tamanho de um sabonete e que, além disso tudo, ainda faz chamadas telefónicas.

A minha ideia revolucionária: Um telemóvel, do tamanho de um cartão de crédito (portanto cabe na carteira) e que só faz chamadas (também recebe). Não precisa de um manual de instruções do tamanho das Páginas Amarelas, só tem um toque (trrim trrim) e até pode funcionar com um painel solar como aquelas calculadoras que se vendem nos chineses.

 

Tem de ser caro, para cima dos 1000€, para poder suscitar inveja nos cunhados/sogros/genros – leva titânio e fibra de carbono com fartura, para poder justificar o preço.

Destina-se a uma elite blasé, com vantagens óbvias:

“Não atendi porque tenho um IéparaquemPOD”

“Não te telefonei porque tenho um IéparaquemPOD”

O modelo de topo não tem agenda, podem ser fabricados modelos mais baratinhos, com agenda e com possibilidade de enviar/receber SMS.

Depois, há acessórios que se podem adquirir à parte, como o filofax (piscadela de olho à onda nostálgica dos anos 80) para se poderem anotar os números de telefone que realmente interessam.

Aceitam-se encomendas a partir de data a anunciar.

a modos que: inspirado
sonidos: Não tem
tags:
publicado por Miguel O às 19:52
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Domingo, 25 de Maio de 2008

Pensamento do fim-de-semana

A opulência levanta-se tarde, a peNúria Madruga.

a modos que:
sonidos: Afinal havia outra
publicado por Miguel O às 18:49
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Sábado, 24 de Maio de 2008

Governo prepara-se para lançar taxa sobre abastecimentos em Espanha

 

Numa tentativa de colmatar as perdas verificadas na colecta do ISP e do IVA, consequência do número cada vez maior de portugueses que se vão abastecer de combustível em Espanha, o governo pondera lançar uma taxa de abastecimento externo.

Assim, todos os portugueses que pretendam abastecer combustível fora do país, terão de pagar uma taxa, variável conforme a distância a que residam da fronteira e a capacidade do depósito da viatura. As ambulâncias que transportem portuguesas para parir em Badajoz, terão desconto de 12%, a carregar no cartão.

De forma a poder identificar se as viaturas foram abastecidas fora do país, todo o combustível nacional será aditivado com um corante vermelho-Selecção Nacional e aroma a sardinha assada.

Serão colocadas brigadas da GNR junto aos principais postos fronteiriços, para fiscalizar os depósitos das viaturas. Quem seja apanhado com combustível estrangeiro sem ter pago a taxa devida fica sujeito a uma coima de valor a estabelecer, apreensão da viatura e dos caramelos transportados e o condutor poderá ficar sujeito a ouvir o Best Of dos Pólo Norte durante 3h56m.

As viaturas de matrícula estrangeira ficarão isentas, com excepção dos médicos e enfermeiros espanhóis que trabalhem em hospitais portugueses.

O mesmo indivíduo que descobriu que não se paga portagem se se encostar um telemóvel ao identificador de Via Verde, mastigar bróculos evita que seja apanhado com alcool no sangue e um CD pendurado no retrovisor evita que se seja detectado pelos radares, já adiantou que, colocando uma lata de sardinhas em molho de tomate da Toneca a forrar o bocal do depósito das viaturas, evita que a GNR descubra que a viatura foi abastecida em Espanha (o tomate dá a côr, a sardinha o cheiro).

a modos que:
sonidos: Triste Fado
publicado por Miguel O às 23:27
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Terça-feira, 20 de Maio de 2008

O Estudo de Impacto Ambiental, relativo ao Estudo de Impacto Ambiental

Não sei se alguém reparou, mas as maiores críticas ao Simplex na área do urbanismo, têm vindo da parte mais à esquerda, mormente nos Verdes. E que tem de haver mais gente a dar pareceres, e têm de ter mais tempo, e assim.

Se formos a ver bem, um Estudo de Impacto Ambiental (ou será Impato, deve ser Impacto porque se lê o c, afinal até dá um acrónimo giro, EIA), é composto por dezenas de peças escritas e desenhadas. Portanto, para proteger a natureza, sacrificam-se uma data de infelizes arvorezinhas. E não só:

- Electricidade  - para os computadores, as impressoras, as ploters, a iluminação (não há estudo sem noitada), a máquina do café, o frigorífico (há quem não consiga fazer EIA's sem uma bjeca ao lado), o leitor de CD's com os Cânticos da Baleias, etc...

- Gasóleo e gasolina - para ir aos locais objecto do EIA, e consequente emissão de gases nocivos para a atmosfera.

- Toner e tinteiros - Para imprimir a papelada toda, incluindo as 5 colecções a distribuir por cada entidade instada a pronunciar-se, mais uma para o cliente (caso seja um consórcio, uma para cada firma) e uma para ficar arquivada em segurança.

- Mais elementos diversos, como beatas atiradas para o passeio pelos técnicos fumadores que têm de ir fumar lá para fora, elásticos, agrafos, CFC's emitidos pelos sprays de cola usados para colar uns bonecos giros nas Cromoluxes.

- Além de que as entidades que têm de dar pareceres também gastam isso tudo na emissão dos ditos.

 

Portanto, quod erat demonstratum (acho que era assim que vinha nos livros do Astérix), um EIA produz um impacto ambiental que terá também de ser avaliado.

 

Receio mesmo que grandes empreendimentos previstos para a nação já não possam avançar, pois não poderá ser feito o indispensável EIA, se o EIA do EIA for desfaforável.

 

E parafraseando a anedota da tia que se maquilha:

- Para que são necessários tantos estudos, regulamentos, leis, decretos-leis e portarias?

- Para termos um ambiente urbano de grande qualidade

- E então porque não temos?

a modos que:
sonidos: Nothing but flowers
publicado por Miguel O às 19:39
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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Agência de Castings Armindo

 - Boa tarde. Recebemos uma denúncia de que existe um prostíbulo neste local!

- Um quem?

-Prostíbulo, casa de passe, bordel.

- Não senhor, isto é uma agência de casting Armindo.

- Mas temos informações de que há aqui meninas que têm relações sexuais com indivíduos, a troco de dinheiro.

- Nem pensar, isso é ilegal. Estas meninas são actrizes (com curso no Conservatório Armindo). Os indivíduos que vêm cá, pagam apenas as despesas do casting. Há alguma lei que proíba filmes pornográficos?

- Eeeeh, não…

- Pronto, para fazer filmes é preciso actores, para haver actores temos de fazer castings, para haver casting tem de haver dinheiro.

- E os indivíduos que fazem o casting têm relações sexuais com as actrizes?

- Claro, como é ficamos a saber se servem para o filme?

- E já seleccionaram algum?

- Por acaso não, temos tido azar. E não é por falta de persistência, alguns vêm cá todas as semanas, mas pronto, há que incentivar a cultura.

- Bom, então ficam com os contactos de todos os candidatos!

- Pois concerteza. Mas olhe que há coincidências engraçadas, chamam-se todos Silva, e têm todos o mesmo número de telefone: 69696969.

a modos que:
publicado por Miguel O às 23:50
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Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

Coisas que me fariam milionário se eu fosse americano - o EcoNásio

 

Eu já estive num ginásio. Fazer exercício cansa. Estamos ali a fazer força e ainda pagamos.

Numa altura em que andamos tão preocupados com o aumento do combustível, a camada do ozono, o aquecimento global, o apito dourado e essas coisas todas da ecologia, tanta gente a fazer força para nada, é um desperdício.

 

A minha solução: o EcoNásio.

 

O EcoNásio é um ginásio em que todos os aparelhos estão ligados     a um gerador e, portanto, as pessoas, ao fazerem exercício físico, estão a produzir energia.

 

O Abílio Gaitas sonhou com um PC em cada lar, eu sonho com uma bicicleta (daquelas em que, por mais que se pedale, não se sai do sítio) ligada a um gerador, em cada lar.

 

E com efeitos secundários muito interessantes: Um indivíduo apetece-lhe lombo de porco recheado com enchidos para o jantar. Já se sabe que aquilo vai-lhe tudo parar à anca.

 

Ora, se ligar a EcoBike (até o nome é giro) ao forno, quando conseguir pedalar energia suficiente para assar o lombo, já gastou calorias suficientes para o comer sem ganhar peso.

 

 

 

Emagreça comendo Bolo de Brigadeiro (vejam lá se isto não dava um TV Shop bem catita).

 

E a ajudinha que a gente dava na promoção do desporto, com tanta electricidade para vender à EDP, a dificuldade seria escolher o ginásio que nos pagaria mais para a gente lá ir fazer força.

 

Ah, se ao menos eu soubesse fazer planos de negócio e estudos de mercado com tabelas giras no Excel, o primeiro lugar do Audax já não me escapava.

a modos que:
publicado por Miguel O às 19:41
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Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Visões de Futuro I

Sintra, Maio de 2109

 

A APDPCC (Associação Para a Defesa do Património de Casal de Cambra), realizou hoje uma conferência de imprensa, onde deu conta da evolução do processo de candidatura da típica vila a Património da Humanidade.

 

Jocineide Nikolaeva, presidente da APDPCC, denunciou algumas situações que colocam em causa o carácter único de Casal de Cambra:

 

“Temos assistido ao desvirtuar de alguns elementos típicos da vila, nomeadamente, a substituição dos pitorescos caixilhos de alumínio por plexidur, a falta de cuidado na conservação dos painéis de azulejo, alguns deles valiosíssimos, como é o caso de vários conjuntos de elevado valor patrimonial em genuína cerâmica Revigrés e mesmo alguns Mestre Mako.

Sabemos que existem dificuldades ao nível da circulação heliauto, mas estamos a tentar sensibilizar a autarquia para a construção de helisilos em locais que não destruam a harmonia arquitectónica do local.

Há processos de candidatura a Património da Humanidade que foram iniciados depois do nosso e que estão já em fase mais adiantada, como é o caso do Casal do Cotão e de Massamá Norte, esperamos agora que finalmente uma jóia urbanística como a nossa venha a ter o destaque que merece.”

 

Depois da nomeação do núcleo histórico de Matos Cheirinhos para as novas 7 Maravilhas do Mundo, aguarda-se com expectativa as novas iniciativas do MC na promoção do nosso património histórico, na sequência das intervenções profundas que sofreram já alguns dos Templos da IURD.

a modos que:
sonidos: Nem por isso
publicado por Miguel O às 20:05
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Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

A música portuguesa explicada aos simples

É o final de mais um dia de trabalho na repartição para Olavo Berloque. Limpou os carimbos e colocou mais tinta azul da Prússia na almofada.

Já de saída, Jessica Carina, a voluptuosa administrava, convida-o para jantar. Olavo hesita, a esposa aguarda-o em casa, mas não é nada que uma justificação telefonada de processos em atraso não resolva. Desta vez não, Olavo desculpa-se, fica para a próxima…

 

Chega a casa, jantar já pronto, Fiz-te favas com chouriço, é o teu prato preferido (e o toquezito a Saramago? Se o senhor do Abrupto lesse este blogue, fechava já a loja, de tão incomodado).

 

Favas ao jantar… E o ovo escalfado tem uma cor suspeita… Resultado previsível.

 

Inútil o Ultra-Levure, impotente o Imodium. Sentado na sanita, com a voz rouca, Olavo desespera: “ Nããão, não voltarei a seeeeer, fieeeel…”

a modos que:
sonidos: Ministry
publicado por Miguel O às 19:57
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Sexta-feira, 2 de Maio de 2008

Grandes Monumentos de Portugal – As Ruínas de Conimbriga

Ruínas de Conimbriga, esse formidável testemunho da ocupação romana em Portugal, saqueada e abandonada pelos Suevos, no sec. V.

É esta a versão oficial mas, lá está, e DISTO NINGUÉM FALA, o facto é que Conimbriga nem sequer chegou a ser acabada.

Na realidade, começou a ser construída no séc. I a.C. e, após iniciadas as fundações, a sua implantação foi contestada pelo quaestor Sae Fernandus, dada a ausência de estudo de impacto ambiental, e o manifesto prejuízo causado ao bichinhus carpinteirus, espécie de que hoje apenas conhecemos o nome, uma vez que, apesar de todos os esforços de Sae Fernandus, se extinguiu.

 

Sae Fernandus já tinha conseguido embargar o Templo de Diana, em Ebora Cerealis, por achar a cércea excessiva, além de não ter a traça típica da cidade.

 

Aliás, o seu nome deriva do facto de ter a mania de se pôr à frente dos pedreiros (pedreirus, em latim) de toda e qualquer obra de vulto, obrigando-os a gritar Sae da frente, Fernandus, de que resultou, Sae, Fernandus

 

Só se conseguiram construir mais coisas romanas na Lusitânea quando foi nomeado para o Senado, em Roma, e nunca mais se ouviu falar dele.

 

Nos próximos capítulos, informações inéditas sobre as Capelas Incabadas, A Igreja de Santa Engrácia e o Mamarracho Que Lixou a Vista do Tejo (actualmente conhecido como Mosteiro dos Jerónimos).

a modos que:
publicado por Miguel O às 22:49
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* nada a declarar

* procurar coisas

 

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